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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Governo do Maranhão agora é PSDB; Flávio Dino se licencia e passa o comando do governo a Carlos Brandão


O governador Flávio Dino (PCdoB) transmitiu o cargo ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB) na manhã desta segunda-feira (4), às 11h30, no Palácio dos Leões.

O governador Flávio Dino se ausentará do cargo durante duas semanas. Ele vai aproveitar o período de licença para descansar e se dedicar à família.

“Esse ato também é uma forma de reconhecer a trajetória política de Carlos Brandão e ao importante papel que ele tem exercido na nossa gestão”, afirmou Flávio ao passar o cargo ao governador interino. 

Durante a interinidade, Brandão vai voltar sua atenção aos compromissos administrativos, permanecendo no cargo até o dia 18 de janeiro.

"Vamos dar continuidade às ações", disse o governador interino.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Tucanos fecham apoio a Temer e Dilma pede a auxiliares que monitorem PMDB

Estadão

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu nos últimos dias algo raro na política brasileira: a união dos senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em torno de uma estratégia comum que tem como objetivo a disputa pela Presidência.
Divididos desde o início da crise que ameaça o mandato da presidente Dilma Rousseff, em março deste ano, os três decidiram apoiar – e, em alguns casos, encorajar – Temer a trabalhar pelo impeachment da petista.
O vice-presidente Michel Temer é presidente nacional do PMDB.

Temer: O vice-presidente Michel Temer é presidente nacional do PMDB
Temer
Até meses atrás, apenas Serra era um entusiasta da ideia de ver o peemedebista no Planalto. Aécio jogava para tirar Temer e Dilma de uma só tacada e disputar uma nova eleição. Alckmin queria manter a presidente no cargo até 2018, quando também termina o mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.
Por conta das movimentações de seu vice, Dilma não esconde a preocupação com o afastamento cada vez maior dele e pediu aos articuladores políticos do governo que monitorem o PMDB com lupa. Nos bastidores, ministros avaliam que Temer flerta com o PSDB para assegurar sua ascensão ao poder e vai lavar as mãos em relação ao processo de impeachment.
O vice tem conversado há tempos com os tucanos, movimento visto no Planalto como “conspiração”. Com o mote da “pacificação nacional”, porém, Temer circula na oposição e é assíduo interlocutor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fato que intriga até mesmo petistas.
A possibilidade de debandada do PMDB começou a inquietar o governo na sexta-feira, quando o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), aliado de Temer, pediu demissão. Desde então, o Planalto redobrou o cuidado na checagem do índice de fidelidade do principal partido da coligação, que ganhou sete ministérios há dois meses.
Adversário de Dilma, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pressiona os ministros como Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) a entregar os cargos, mas eles resistem.
No Palácio dos Bandeirantes, auxiliares do governador de São Paulo dizem que, dependendo do pêndulo do PMDB e das vozes das ruas, o impeachment pode evoluir rapidamente. Temer vai se encontrar publicamente com Alckmin amanhã, na cerimônia de premiação do grupo de líderes empresariais Lide, presidido por João Doria Jr.
Havia também a expectativa de um encontro reservado entre Alckmin e Temer neste final de semana. A aproximação com adversários do governo está se estreitando. Na quarta-feira, por exemplo, horas antes de Cunha aceitar o pedido de impeachment, Temer, que é presidente do PMDB, foi anfitrião de um almoço com sete senadores de oposição, no Palácio do Jaburu.
À mesa foi discutido o afastamento de Dilma. Um senador observou ali que a presidente não poderia contar nem com Lula e muito menos com o presidente do PT, Rui Falcão, que orientou os três deputados do partido no Conselho de Ética a votar contra a anistia a Cunha. A decisão, com o aval de Lula, foi uma aposta para salvar o PT, desgastado com os escândalos.
Na prática, parte do PSDB aceita apoiar um eventual governo de transição comandado por Temer, caso Dilma caia, desde que o vice garanta não disputar a eleição de 2018. Tucanos dizem, porém, que mesmo assim não ocupariam cargos porque isso seria um “salto no escuro”.

domingo, 6 de setembro de 2015

João Castelo tenta ficar com o comando do PSDB no MA


Castelo quer o comando do PSDB para se viabilizar como candidato a prefeito de São Luís de novo

Castelo quer o comando do PSDB para se viabilizar como candidato a prefeito de São Luís de novo
O ex-prefeito de São Luís e deputado federal João Castelo já iniciou sua ofensiva contra o presidente estadual do PSDB e vice-governador, Carlos Brandão.
Castelo tentou a todo custo ser o nome principal do ninho tucano para a disputa na capital em 2016. No entanto, pouco conseguiu avançar nesse objetivo.
A saída de tucano foi buscar a direção nacional do PSDB para mostrar que o partido não tem o espaço que pensa ter no grupo de Flávio Dino (PCdoB) como Brandão passa a ideia.
Com a manifestação de político juvenil de Dino na vinda da presidente Dilma Rousseff ao Maranhão, ficou fácil para Castelo provar sua tese junto a direção nacional.
Com reuniões constantes com a cúpula tucano, Castelo articula tomar a direção estadual e também a municipal de São Luís.
Fontes dizem que as conversas estão avançadas e os quadros do PSDB poderão mudar até o fim deste ano.