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domingo, 12 de julho de 2015

Em Brasília, Hildo Rocha ganha o apelido de Hildo Escórcio

Marrapá

Hildo Rocha
A postura tresloucada do deputado federal Hildo Rocha (PMDB) em Brasília lhe rendeu o curioso apelido de “Hildo Escórcio”.
Nas rodas de cafezinho do Congresso Nacional, o sobrinho da procuradora-geral de Justiça do Maranhão, Regina Rocha, é comparado ao ex-deputado Francisco Escórcio (PMDB), lembrado pela subserviência doentia ao grupo Sarney.
Esta semana, em discurso destrambelhado na tribuna da Câmara Federal, Rocha tentou, sem qualquer fundamento lógico ou documental, relacionar o governador Flávio Dino (PCdoB) aos pagamentos de propinas denunciados na Operação Lava Jato, mas foi defenestrado imediatamente pelo colega Rubens Pereira Junior (PCdoB).
“O povo maranhense sabe muito bem quem tem relações com as empreiteiras da Lava Jato: Roseana Sarney e Edison Lobão. É curioso que os Sarney venham aqui tentar inverter os fatos, jogando ilações para cima do PCdoB. Tentar jogar lama para o lado de cá não vai deixá-los mais limpos”, disse Junior.
A estratégia de pega ladrão de Hildo tem uma razão de ser. O mais novo peniqueiro da oligarquia está aterrorizado com a possibilidade de uma investigação aprofundada nos pagamentos irregulares realizados com recursos do empréstimo do BNDES durante a gestão de Roseana, principalmente no que diz respeito aos convênios firmados e não-executados entre a Secretaria de Cidades e os prefeitos que o apoiaram na eleição passada.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

EM BRASÍLIA, SARNEY JÁ NÃO DISPENSA NEM CARGO DE R$ 1 MIL

Brasil, Brasília, DF, 25/03/2014. Retrato do ex-presidente do Brasil, José Sarney, durante entrevista exclusiva em seu gabinete no Senado, em Brasília. - Crédito:ANDRE DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:161617
Fim de carreira: Sarney circula pelos corredores em Brasília em busca de cargos de salário mínimo.
Leandro Mazinni – Aposentado da política, mas não do Poder, o ex-senador José Sarney passa por situação vexaminosa para a estirpe dos ex-presidentes da República.
De posse de uma lista de nomes, telefona para ministros e para o Planalto, e nas audiências (as que consegue) pede cargos para afilhados, na condição de cacique do PMDB.
De pequenas vagas, com salários de menos de R$ 1 mil, a uma superintendência de um banco estatal, o veterano distribui a lista sem titubear, mas constrange os petistas.
O caso foi tema de rodinha de ministros no Congresso Nacional do PT.
Ninguém sabe o que fazer com Sarney.
O ex-senador continua a morar no Lago Sul de Brasília, montou escritório e transita por ministérios com demandas de aliados desempregados no Amapá e Maranhão.