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terça-feira, 1 de março de 2016

Deputado Juscelino Filho assume comando do DEM; prefeito Bruno Galvão se filia ao partido


Depois de ficar quase sempre como um coadjuvante, o novo DEM do Maranhão parece definitivamente estar disposto a assumir um papel de protagonista. O evento, na Assembleia Legislativa, que marcou a posse do deputado federal Juscelino Filho, como novo presidente do DEM, foi uma prova inconteste.
A posse de Juscelino Filho contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho, do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, ambos do PDT, e de muitos deputados, tanto federais quanto estaduais.
Além do deputado federal Juscelino Filho, também ingressaram no DEM, nesta segunda-feira, os deputados estaduais Cabo Campos e Stênio Rezende. Com a chegada dos dois parlamentares, o DEM passará a ter três deputados estaduais. Já que Antônio Pereira já pertencia ao partido.
O prefeito de Igarapé Grande, Bruno Galvão e o vereador de São Luís, Marquinhos, foram outros dois políticos de mandato que se filiaram no partido. O DEM deverá brigar por novas cadeiras no Legislativo Municipal de São Luís e apresentou alguns pré-candidatos, como João Paulo Maluf, Rômulo Franco, Anderson Martins, Clara Moreira, George Castro e Maria de Humberto de Maracanã.
Indiscutivelmente é um DEM bem mais revigorado, prestigiado e pronto para deixar de ser mero protagonista na política do Maranhão.



Jorge Aragão
Imagens: Marco D'Eça

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vaquejada é defendida por Juscelino Filho na Câmara dos Deputados

Em audiência pública promovida pela CCJC (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) nesta terça-feira (1º), para debater o Projeto de Lei nº 1.554 de 2015 – que eleva a manifestação popular denominada Rodeio Crioulo à condição de patrimônio cultural imaterial do Brasil -, o deputado federal Juscelino Filho (PMB-MA) se manifestou em defesa do esporte e da Vaquejada, que também foi incluída em um dos requerimentos.
Na opinião do parlamentar, a vaquejada é um esporte que precisa ser legalizado e fiscalizado: “Essa audiência é um grande avanço para a cultura brasileira. Registro meu apoio e aprovo que o rodeio e a vaquejada sejam legitimados como manifestações da cultura do nosso país. Como nordestino, conheço bem de perto a prática da vaquejada, iniciada como a Corrida de Mourão na década de 40 e que hoje é um esporte com regras, que gera renda, empregos, cultura e que cuida sim dos animais que a praticam. Faz parte da cultura do. Precisamos unificar o discurso, regulamentar a prática e aplicar a lei, além de sintonizar as associações e verificar se a legislação está sendo cumprida, pois só assim o esporte será reconhecido”, defende Juscelino.
A proposta, que foi aprovada durante a sessão, concede status de manifestação da cultura nacional ao rodeio e à vaguejada. A matéria seguirá agora para análise do Senado.

Assista o vídeo completo com a fala de Juscelino Filho na Comissão:


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Juscelino Filho consegue ampliação de poços profundos para o Maranhão

juscelino1

O deputado federal Juscelino Filho (PRP-MA), o Gestor de Programas da Sedes (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social do Maranhão), Ney Rezende, e a assessora especial da Secretaria de Representação do Governo do Estado do Maranhão em Brasília, Flávia Batista, se reuniram nesta sexta-feira (07) com o Secretário Executivo do Ministério da Integração Nacional (MI), Carlos Antônio Vieira Fernandes. A reunião, que aconteceu no Ministério, em Brasília, e teve a finalidade de solicitar ao Secretário o atendimento do pleito constante do Ofício nº 848/2015/Sedes que solicita a prorrogação do plano de trabalho do termo de compromisso firmado entre o Ministério e a Secretaria de Desenvolvimento Social do Maranhão. O objeto deste documento é a aquisição de dois comboios perfuratriz para enfrentamento da seca.
“Os novos equipamentos que são alta tecnologia vão ampliar a perfuração de poços tubulares profundos em todo estado do Maranhão, propiciando a implementação de infraestrutura e melhorando a qualidade de vida das comunidades rurais, além de melhorar e reforçar a já utilizada, uma vez que os equipamentos a serem adquiridos são de última geração.”, acrescenta Juscelino Filho.
De acordo com o Secretário Carlos, a solicitação será atendida pelo MI até o final da próxima semana, ou seja, até 14/08. Segundo informações da empresa Prominas, os equipamentos estão prontos para entrega. A aquisição integra o Programa de Aquisição de Equipamentos para o Enfrentamento da Seca no Âmbito do PAC-Equimamentos.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

EM DISCURSO NO PLENÁRIO DA CÂMARA, JUSCELINO FILHO FALA SOBRE O CAOS DA SAÚDE PÚBLICA E DEFENDE HOSPITAIS ESPECIALIZADO


O deputado Juscelino Filho (PRP-MA) defendeu, na última terça-feira (19), na tribuna do plenário da Câmara dos Deputados, a potencialização da rede de hospitais brasileiras. 
O discurso se deu após a reportagem do Jornal Nacional de 18/05, relatando o caos e a falta de infraestrutura dos hospitais públicos, como a falta de leitos, por exemplo.
De acordo com relatórios do TCU, quase 15 mil leitos foram desativados na rede pública de saúde desde julho de 2010. Naquele mesmo mês, o país dispunha de 336,2 mil deles para uso exclusivo do Sistema Único de Saúde (SUS). Em julho de 2014, o número passou para 321,6 mil – uma queda de quase 10 leitos por dia. As informações foram apuradas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde.
Acompanhe o discurso na íntegra:

“Senhor Presidente, deputadas e deputados,
Ontem (18/05), o noticiário da grande imprensa brasileira foi dedicado a temas da saúde. Nos telejornais é isso que vem acontecendo de modo recorrente, a maioria das vezes expondo problemas, sobretudo na rede pública, infelizmente. Por exemplo, numa das matérias do Jornal Nacional, foi mostrado que, em apenas um mês, quase 200 pessoas que necessitavam de imediata atenção, deixaram de ser atendidas e morreram, por falta de leito na Unidade da Terapia Intensiva - UTI no maior pronto-socorro de Teresina, no Piauí. É estarrecedor.
Como cidadão, quero me solidarizar às famílias que perderam seus entes queridos sob condição tão dramática. Entre eles, havia muitas pessoas do Maranhão, meu estado, que buscam atendimento em Teresina por conta da proximidade pela localização geográfica.
Muitos daqueles que foram a óbito, certamente, sobreviveriam se tivessem sido acolhidos. Eles não tiveram chance de continuar vivendo. É injustificável. O caso do Maranhão e do Piauí não é uma raridade, lamentavelmente.
Ao contrário, Brasil afora, todos os dias, há ambulâncias em disparada pelas ruas das cidades, pelas estradas do interior, transportando pacientes que, ao encontrar algum hospital, esbarram na incapacidade de pronto atendimento.
As famílias dos que não podem pagar do próprio bolso, os que não têm planos de saúde, os mais pobres principalmente ficam em intermináveis filas de espera, até ocupam o chão de hospitais. É um imperdoável desrespeito à dignidade humana.
Como médico, eu sei o quanto emociona ver esse sofrimento, é impossível não se sensibilizar quando não se consegue socorrer qualquer paciente, é uma sensação de impotência que marca aos que são vocacionados, comprometidos.
O Brasil é uma nação moderna, rica, industrializada, uma das dez maiores economias do planeta, apesar da crise que ora se vivencia, que esperamos seja breve e passageira.
Mas, ainda somos um país desigual: necessidades da população, sobretudo as das parcelas mais carentes, não são contempladas de forma justa, há lacunas sociais relevantes, que precisam de urgente solução. A saúde se enquadra neste contexto.
A alta qualidade da medicina brasileira é reconhecida, temos médicos bem formados, muitos deles respeitados, admirados inclusive fora do país. Mas não são distribuídos de modo compatível às demandas, a maior parte deles se concentra em capitais, principalmente as do sudeste do país.
Portanto, para corrigir a distorção, é correta a estratégia de ampliar a quantidade de cursos e de vagas de medicina, direcionar a especialização abrindo residência médica onde não tem e mais vagas nas especialidades já existentes nas regiões menos contempladas, assim incentivando que os médicos completem sua formação onde são necessários, não procurando grandes centros como acontece hoje.
O Brasil tem vários hospitais de classe mundial. Eles não são todos privados, há centros públicos de excelência entre os melhores, mesmo se comparado a países mais avançados. Este paradigma prova ser possível fazer saúde de qualidade no âmbito da rede pública. A Rede Sarah é exemplo disso, os hospitais dela nos orgulham inclusive no Maranhão.
Por isso, defendo a otimização da rede brasileira de hospitais, particularmente os de média e alta complexidade, os especializados. É preciso que haja descentralização geográfica da rede, como diretriz estratégica do país e do governo, inclusive estaduais e municipais, com a interiorização da rede de atendimento, com instalações, equipamentos e pessoal suficientes, para que famílias e pacientes sejam atendidos o mais próximo possível de onde moram.
Como parlamentar, meu mandato está à disposição da área de saúde, o Ministro, os secretários estaduais e municipais podem contar comigo nesta tribuna, no plenário e nas comissões onde sou membro, especialmente na de Constituição, Justiça e Cidadania e, claro, na de Seguridade Social e Família.